Aí saiu mês passado um teaser de mais uma faixa do próximo da M.I.A.


E não tem vídeo oficial, mas tem essa montagem feita com esse vídeo amador de uns meninos congoleses dançando Coupé-Décalé (abra o link e leia pra você entender o tamanho da coisa toda). E se você quiser ver mais desses meninos apavorando, dá uma olhada no vídeo original, aqui. Achei simplesmente incrível o quanto esses meninos dançam bem, não?

Tumblr da Semana | Pretty Colors

Apesar deste tumblr (sim, o biapattoli.com é um tumblr) ter apenas um aninho de idade, eu sou usuária dessa maravilhosidade desde 2007. E não há uma semana sequer que eu não ache um novo tumblr legal para acompanhar. 
O dessa semana não é exatamente uma descoberta “desta semana”, mas faz coisa de que, uns 2~3 meses que acompanho. É o Pretty Colors, um tumblr que só posta cores e seus códigos para html. Uma mão na roda pra quem é designer e uma dose de inspiração inacreditável na timeline. Vai me dizer que esse roxo não é lindo?
Bom finde! :) 

prettycolors:

#d835ff

Tumblr da Semana | Pretty Colors

Apesar deste tumblr (sim, o biapattoli.com é um tumblr) ter apenas um aninho de idade, eu sou usuária dessa maravilhosidade desde 2007. E não há uma semana sequer que eu não ache um novo tumblr legal para acompanhar. 

O dessa semana não é exatamente uma descoberta “desta semana”, mas faz coisa de que, uns 2~3 meses que acompanho. É o Pretty Colors, um tumblr que só posta cores e seus códigos para html. Uma mão na roda pra quem é designer e uma dose de inspiração inacreditável na timeline. Vai me dizer que esse roxo não é lindo?

Bom finde! :) 

prettycolors:

#d835ff

O porquê de eu não comentar o Fashion Rio e o SPFW
A cada seis meses a mesma ladainha, as mesmas marcas, as mesmas pessoas, o mesmo banco, a mesma praça e o mesmo jardim. É assim que, depois de todos esses anos, eu enxergo as semanas de moda brasileiras. 
A primeira vez que eu fui em um desfile foi no extinto Morumbi Fashion, o pai do SPFW. O evento não passava de um pretensioso evento de shopping com um mailing e um marketing muito bem pensado. Não é à toa que o evento ganhou as proporções que hoje tem. 
Fazem Faz 12 anos desde que assisti o ~meu primeiro desfile~, do Renato Loureiro. Depois veio um do Sommer, bem bonitinho. E depois desses ainda vieram muitos outros. E como eu disse, nada mudou. Os mesmos brindes, os mesmos holofotes, as mesmas trilhas sonoras, o mesmo aviso de segurança da Bienal, a mesma falta de opções pra comer na Bienal, o mesmo problema de banheiros, os mesmos espaços patrocinados.
A nossa semana de moda não passa de um grande teatro. Um teatro onde grandes marcas (beirando à falência) falam pra si mesmas que são importantes e bem sucedidas por desfilarem suas coleções - quase sempre copiadas - ali, num cenário majestoso. Ou seja, não passa de uma coisa de auto-afirmação. Porque no final das contas, a gente sabe que todas elas vendem mesmo é na liquidação.  
Tenho, e sempre tive, pena do Fashion Rio. Ele nasceu como primo pobre, e atualmente nem mesmo a imprensa do exterior entende o porquê de sermos o único país com duas “grandes” semanas de moda, e o Rio sempre fica com aquela aura de semana de moda de Miami.
E pior, vamos jogar a real? As pessoas que trabalham com moda são extremamente mal remuneradas. A grande maioria tá toda ferrada hoje por conta da greve dos metroviários e isso sim é a realidade do “mundo fashionista” e não a primeira fila. A maior parte (senão 100%) dos jornalistas de moda que estão ali na primeira fila, nem décimo terceiro ganham. Muito pelo contrário, vivem à base da Pêjota. 
Então, meus amigos, eu pergunto: o que tem pra falar das semanas de moda brasileiras mesmo?

O porquê de eu não comentar o Fashion Rio e o SPFW


A cada seis meses a mesma ladainha, as mesmas marcas, as mesmas pessoas, o mesmo banco, a mesma praça e o mesmo jardim. É assim que, depois de todos esses anos, eu enxergo as semanas de moda brasileiras. 

A primeira vez que eu fui em um desfile foi no extinto Morumbi Fashion, o pai do SPFW. O evento não passava de um pretensioso evento de shopping com um mailing e um marketing muito bem pensado. Não é à toa que o evento ganhou as proporções que hoje tem. 

Fazem Faz 12 anos desde que assisti o ~meu primeiro desfile~, do Renato Loureiro. Depois veio um do Sommer, bem bonitinho. E depois desses ainda vieram muitos outros. E como eu disse, nada mudou. Os mesmos brindes, os mesmos holofotes, as mesmas trilhas sonoras, o mesmo aviso de segurança da Bienal, a mesma falta de opções pra comer na Bienal, o mesmo problema de banheiros, os mesmos espaços patrocinados.

A nossa semana de moda não passa de um grande teatro. Um teatro onde grandes marcas (beirando à falência) falam pra si mesmas que são importantes e bem sucedidas por desfilarem suas coleções - quase sempre copiadas - ali, num cenário majestoso. Ou seja, não passa de uma coisa de auto-afirmação. Porque no final das contas, a gente sabe que todas elas vendem mesmo é na liquidação.  

Tenho, e sempre tive, pena do Fashion Rio. Ele nasceu como primo pobre, e atualmente nem mesmo a imprensa do exterior entende o porquê de sermos o único país com duas “grandes” semanas de moda, e o Rio sempre fica com aquela aura de semana de moda de Miami.

E pior, vamos jogar a real? As pessoas que trabalham com moda são extremamente mal remuneradas. A grande maioria tá toda ferrada hoje por conta da greve dos metroviários e isso sim é a realidade do “mundo fashionista” e não a primeira fila. A maior parte (senão 100%) dos jornalistas de moda que estão ali na primeira fila, nem décimo terceiro ganham. Muito pelo contrário, vivem à base da Pêjota. 

Então, meus amigos, eu pergunto: o que tem pra falar das semanas de moda brasileiras mesmo?

Sónar SP dia 2


Esse review tá atrasado, mas semana passada foi uma semana bem atípica e fiquei bem offline. Agora já tá tudo de volta ao normal e a programação do blog também. 

Bom, o sábado dia 12 de maio foi um sábado bem do corrido. Mal voltei do dia anterior e acordei pra colocar música na Levi’s da Oscar Freire. De lá, só deixei os equipamentos em casa e fomos direto para o Anhembi. Ou seja, 16:30~17:00 eu estava chegando no Anhembi. 

Queria ver pelo menos um pedaço do set do Dago e claro, queria muito ver Gang do Eletro. O set do Dago deu uma aquecida para a catarse que foi o show da Gang. Os caras são fodas e se você ainda tá naquelas de “techno brega não é música eletrônica” só lamento. 

Nesse dia vi um pedaço de um documentário, um pedaço de Mogwai, Tiger and Woods e não dei as caras pro Justice. Nada contra, mas já vi e não me animo de ver de novo, preferi ir ver o que o James Holden tinha em mente para aquela noite. 

Porém, o grande destaque da noite, com certeza, ficou por conta do duo Alva Noto e Ryuichi Sakamoto. Uma mistura delicada e frágil de música eletrônica com piano e de quebra um telão lindo atrás dos dois comandado por Alva Noto. Olha, isso foi de chorar de lindo. 

Publi: Airu

Quando eu me fiz Negócios da Moda, lá pra 2004, eu sequer ouvi a palavra e-commerce durante os 4 anos da faculdade. Hoje em dia, tenho várias amigas que trabalham justamente nessa área, que só cresce.

O problema, ao meu ver, é que a grande maioria é focada em um tipo específico de cliente: as patricinhas que topam pagar rios de dinheiro por coisas que normalmente não valem tudo isso.

É nesse ambiente (hostil?) que prospera o Airu, desde novembro do ano passado. Mas o Airu não tem nada a ver com o e-commerce de moda comum de hoje em dia. Aqui, os caras resolveram investir em um mercado que antes era restrito às feirinhas pontuais: o artesanato e a produção independente de moda e arte.

O Airu funciona como um Etsy brasileiro, um lugar onde você acha desde os sabonetes que sua avó gosta de colocar nas gavetas pra perfumar as roupas, até camisetas bem legais como essas da Xilo Shirt. E melhor, tudo por preços justos e acessíveis. Vale a pena dar uma bisbilhotada, o acervo é grande e tem opções pra todos os gostos.

Sónar 2012 São Paulo


Nem Kraftwerk, nem Chromeo, nem Little Dragon e nem Doom. A minha atração preferida do primeiro dia foi  Hudson Mohawke. O menino teve a responsa de fazer um dj set entre Kraftwerk e Chromeo, tarefa nada fácil. 

Assim que o Kraftwerk acabou, todo mundo saiu correndo daquele palco. Foi o tempo de eu ir até o outro lado e ver que o esquema era voltar pro palco principal. Hudmo tava lá tocando pra “meia dúzia”, mandando um som dançante e viajandão. Foi o suficiente pra não sair dali. O set teve momentos, foi uma vibe. Teve hora que pesou, mas no final ele fechou com Fuse (a minha predileta dele) e Genesis da Grimes. Foi a coisa mais linda. 

Outro ponto forte do primeiro dia foi Austra, mas as meninas não passaram o som de manhã o que comprometeu um pouco a performance. Mas nada o bastante para não fazer qualquer um que não conhecesse a banda, começar a curtir ali mesmo.