Cidades.
Eu nunca tinha ido em um restaurante caro na minha vida. E assim, eu acho que pra comer bem, não precisa gastar muito. O lugar que eu mais como é o Picuí, um PF bem bom que tem na esquina da minha rua. Mas… 
Era um sábado comum e um amigo que morava em Fortaleza estava voltando para SP, queria ir almoçar para jogar conversa fora e contar das novidades. Inicialmente pensamos em ir à Liberdade, ao Banri. Mas a fila do Banri fez ele me ligar e me dar uma nova coordenada: Clos de Tapas. 
Pra quem iria incialmente ao Banri, imaginamos (eu e meu marido) que tratava-se de algo bem sossegado. Chegamos à Vila Nova Conceição (confesso que qdo meu amigo me falou ~Vila Nova Conceição~ eu dei uma suspeitada da presepada, mas né?) e demos de cara com esse restaurante - chique. Mas ok, meu amigo e o boy dele já estavam sentados lá e tal.  
Resolvemos todos pedir o menu degustativo. Eram ao todo uns 6 pratos (pequenos) com a maior influência de cozinha molecular e em todos o garçom recitava uma monografia explicativa do prato. Já no primeiro prato nós começamos a entender que estávamos bem longe do almoço que qualquer um de nós tinha pensado para aquele sábado.
Eu só tirei foto desse defumador que trouxeram junto com um dos pratos (sério.) e da sobremesa, esse jardinzinho fofo e comestível - mas que não era tão delicioso assim. Mas veio também uma coisa com molho azul que era feito de repolho roxo e umas coisas bem esquisitas, porém gostosas.
No final, a conta pra 4 pessoas com café e tomando só água (se bem que acho que os meninos se empolgaram e pediram drinks) deu mais de 700 reais. O amigo que sugeriu o lugar disse que tinha lido que o restaurante era bom e resolveu arriscar, mas não tinha visto a faixa de preço. Fail pra todo mundo. 
Nunca mais voltei e provavelmente nunca mais voltarei, como diz meu marido: “prefiro gastar isso comendo um bifão” mas achei a experiência válida. Acho que se não fosse por acaso, eu nunca teria pisado num restaurante desses (e nem cogitaria pagar esse valor só pra comer). 
Zoom Info
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Eu nunca tinha ido em um restaurante caro na minha vida. E assim, eu acho que pra comer bem, não precisa gastar muito. O lugar que eu mais como é o Picuí, um PF bem bom que tem na esquina da minha rua. Mas… 
Era um sábado comum e um amigo que morava em Fortaleza estava voltando para SP, queria ir almoçar para jogar conversa fora e contar das novidades. Inicialmente pensamos em ir à Liberdade, ao Banri. Mas a fila do Banri fez ele me ligar e me dar uma nova coordenada: Clos de Tapas. 
Pra quem iria incialmente ao Banri, imaginamos (eu e meu marido) que tratava-se de algo bem sossegado. Chegamos à Vila Nova Conceição (confesso que qdo meu amigo me falou ~Vila Nova Conceição~ eu dei uma suspeitada da presepada, mas né?) e demos de cara com esse restaurante - chique. Mas ok, meu amigo e o boy dele já estavam sentados lá e tal.  
Resolvemos todos pedir o menu degustativo. Eram ao todo uns 6 pratos (pequenos) com a maior influência de cozinha molecular e em todos o garçom recitava uma monografia explicativa do prato. Já no primeiro prato nós começamos a entender que estávamos bem longe do almoço que qualquer um de nós tinha pensado para aquele sábado.
Eu só tirei foto desse defumador que trouxeram junto com um dos pratos (sério.) e da sobremesa, esse jardinzinho fofo e comestível - mas que não era tão delicioso assim. Mas veio também uma coisa com molho azul que era feito de repolho roxo e umas coisas bem esquisitas, porém gostosas.
No final, a conta pra 4 pessoas com café e tomando só água (se bem que acho que os meninos se empolgaram e pediram drinks) deu mais de 700 reais. O amigo que sugeriu o lugar disse que tinha lido que o restaurante era bom e resolveu arriscar, mas não tinha visto a faixa de preço. Fail pra todo mundo. 
Nunca mais voltei e provavelmente nunca mais voltarei, como diz meu marido: “prefiro gastar isso comendo um bifão” mas achei a experiência válida. Acho que se não fosse por acaso, eu nunca teria pisado num restaurante desses (e nem cogitaria pagar esse valor só pra comer). 
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Eu nunca tinha ido em um restaurante caro na minha vida. E assim, eu acho que pra comer bem, não precisa gastar muito. O lugar que eu mais como é o Picuí, um PF bem bom que tem na esquina da minha rua. Mas… 
Era um sábado comum e um amigo que morava em Fortaleza estava voltando para SP, queria ir almoçar para jogar conversa fora e contar das novidades. Inicialmente pensamos em ir à Liberdade, ao Banri. Mas a fila do Banri fez ele me ligar e me dar uma nova coordenada: Clos de Tapas. 
Pra quem iria incialmente ao Banri, imaginamos (eu e meu marido) que tratava-se de algo bem sossegado. Chegamos à Vila Nova Conceição (confesso que qdo meu amigo me falou ~Vila Nova Conceição~ eu dei uma suspeitada da presepada, mas né?) e demos de cara com esse restaurante - chique. Mas ok, meu amigo e o boy dele já estavam sentados lá e tal.  
Resolvemos todos pedir o menu degustativo. Eram ao todo uns 6 pratos (pequenos) com a maior influência de cozinha molecular e em todos o garçom recitava uma monografia explicativa do prato. Já no primeiro prato nós começamos a entender que estávamos bem longe do almoço que qualquer um de nós tinha pensado para aquele sábado.
Eu só tirei foto desse defumador que trouxeram junto com um dos pratos (sério.) e da sobremesa, esse jardinzinho fofo e comestível - mas que não era tão delicioso assim. Mas veio também uma coisa com molho azul que era feito de repolho roxo e umas coisas bem esquisitas, porém gostosas.
No final, a conta pra 4 pessoas com café e tomando só água (se bem que acho que os meninos se empolgaram e pediram drinks) deu mais de 700 reais. O amigo que sugeriu o lugar disse que tinha lido que o restaurante era bom e resolveu arriscar, mas não tinha visto a faixa de preço. Fail pra todo mundo. 
Nunca mais voltei e provavelmente nunca mais voltarei, como diz meu marido: “prefiro gastar isso comendo um bifão” mas achei a experiência válida. Acho que se não fosse por acaso, eu nunca teria pisado num restaurante desses (e nem cogitaria pagar esse valor só pra comer). 
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Eu nunca tinha ido em um restaurante caro na minha vida. E assim, eu acho que pra comer bem, não precisa gastar muito. O lugar que eu mais como é o Picuí, um PF bem bom que tem na esquina da minha rua. Mas… 
Era um sábado comum e um amigo que morava em Fortaleza estava voltando para SP, queria ir almoçar para jogar conversa fora e contar das novidades. Inicialmente pensamos em ir à Liberdade, ao Banri. Mas a fila do Banri fez ele me ligar e me dar uma nova coordenada: Clos de Tapas. 
Pra quem iria incialmente ao Banri, imaginamos (eu e meu marido) que tratava-se de algo bem sossegado. Chegamos à Vila Nova Conceição (confesso que qdo meu amigo me falou ~Vila Nova Conceição~ eu dei uma suspeitada da presepada, mas né?) e demos de cara com esse restaurante - chique. Mas ok, meu amigo e o boy dele já estavam sentados lá e tal.  
Resolvemos todos pedir o menu degustativo. Eram ao todo uns 6 pratos (pequenos) com a maior influência de cozinha molecular e em todos o garçom recitava uma monografia explicativa do prato. Já no primeiro prato nós começamos a entender que estávamos bem longe do almoço que qualquer um de nós tinha pensado para aquele sábado.
Eu só tirei foto desse defumador que trouxeram junto com um dos pratos (sério.) e da sobremesa, esse jardinzinho fofo e comestível - mas que não era tão delicioso assim. Mas veio também uma coisa com molho azul que era feito de repolho roxo e umas coisas bem esquisitas, porém gostosas.
No final, a conta pra 4 pessoas com café e tomando só água (se bem que acho que os meninos se empolgaram e pediram drinks) deu mais de 700 reais. O amigo que sugeriu o lugar disse que tinha lido que o restaurante era bom e resolveu arriscar, mas não tinha visto a faixa de preço. Fail pra todo mundo. 
Nunca mais voltei e provavelmente nunca mais voltarei, como diz meu marido: “prefiro gastar isso comendo um bifão” mas achei a experiência válida. Acho que se não fosse por acaso, eu nunca teria pisado num restaurante desses (e nem cogitaria pagar esse valor só pra comer). 
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Eu nunca tinha ido em um restaurante caro na minha vida. E assim, eu acho que pra comer bem, não precisa gastar muito. O lugar que eu mais como é o Picuí, um PF bem bom que tem na esquina da minha rua. Mas… 
Era um sábado comum e um amigo que morava em Fortaleza estava voltando para SP, queria ir almoçar para jogar conversa fora e contar das novidades. Inicialmente pensamos em ir à Liberdade, ao Banri. Mas a fila do Banri fez ele me ligar e me dar uma nova coordenada: Clos de Tapas. 
Pra quem iria incialmente ao Banri, imaginamos (eu e meu marido) que tratava-se de algo bem sossegado. Chegamos à Vila Nova Conceição (confesso que qdo meu amigo me falou ~Vila Nova Conceição~ eu dei uma suspeitada da presepada, mas né?) e demos de cara com esse restaurante - chique. Mas ok, meu amigo e o boy dele já estavam sentados lá e tal.  
Resolvemos todos pedir o menu degustativo. Eram ao todo uns 6 pratos (pequenos) com a maior influência de cozinha molecular e em todos o garçom recitava uma monografia explicativa do prato. Já no primeiro prato nós começamos a entender que estávamos bem longe do almoço que qualquer um de nós tinha pensado para aquele sábado.
Eu só tirei foto desse defumador que trouxeram junto com um dos pratos (sério.) e da sobremesa, esse jardinzinho fofo e comestível - mas que não era tão delicioso assim. Mas veio também uma coisa com molho azul que era feito de repolho roxo e umas coisas bem esquisitas, porém gostosas.
No final, a conta pra 4 pessoas com café e tomando só água (se bem que acho que os meninos se empolgaram e pediram drinks) deu mais de 700 reais. O amigo que sugeriu o lugar disse que tinha lido que o restaurante era bom e resolveu arriscar, mas não tinha visto a faixa de preço. Fail pra todo mundo. 
Nunca mais voltei e provavelmente nunca mais voltarei, como diz meu marido: “prefiro gastar isso comendo um bifão” mas achei a experiência válida. Acho que se não fosse por acaso, eu nunca teria pisado num restaurante desses (e nem cogitaria pagar esse valor só pra comer). 
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Cidades.
Eu nunca tinha ido em um restaurante caro na minha vida. E assim, eu acho que pra comer bem, não precisa gastar muito. O lugar que eu mais como é o Picuí, um PF bem bom que tem na esquina da minha rua. Mas… 
Era um sábado comum e um amigo que morava em Fortaleza estava voltando para SP, queria ir almoçar para jogar conversa fora e contar das novidades. Inicialmente pensamos em ir à Liberdade, ao Banri. Mas a fila do Banri fez ele me ligar e me dar uma nova coordenada: Clos de Tapas. 
Pra quem iria incialmente ao Banri, imaginamos (eu e meu marido) que tratava-se de algo bem sossegado. Chegamos à Vila Nova Conceição (confesso que qdo meu amigo me falou ~Vila Nova Conceição~ eu dei uma suspeitada da presepada, mas né?) e demos de cara com esse restaurante - chique. Mas ok, meu amigo e o boy dele já estavam sentados lá e tal.  
Resolvemos todos pedir o menu degustativo. Eram ao todo uns 6 pratos (pequenos) com a maior influência de cozinha molecular e em todos o garçom recitava uma monografia explicativa do prato. Já no primeiro prato nós começamos a entender que estávamos bem longe do almoço que qualquer um de nós tinha pensado para aquele sábado.
Eu só tirei foto desse defumador que trouxeram junto com um dos pratos (sério.) e da sobremesa, esse jardinzinho fofo e comestível - mas que não era tão delicioso assim. Mas veio também uma coisa com molho azul que era feito de repolho roxo e umas coisas bem esquisitas, porém gostosas.
No final, a conta pra 4 pessoas com café e tomando só água (se bem que acho que os meninos se empolgaram e pediram drinks) deu mais de 700 reais. O amigo que sugeriu o lugar disse que tinha lido que o restaurante era bom e resolveu arriscar, mas não tinha visto a faixa de preço. Fail pra todo mundo. 
Nunca mais voltei e provavelmente nunca mais voltarei, como diz meu marido: “prefiro gastar isso comendo um bifão” mas achei a experiência válida. Acho que se não fosse por acaso, eu nunca teria pisado num restaurante desses (e nem cogitaria pagar esse valor só pra comer). 
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Eu nunca tinha ido em um restaurante caro na minha vida. E assim, eu acho que pra comer bem, não precisa gastar muito. O lugar que eu mais como é o Picuí, um PF bem bom que tem na esquina da minha rua. Mas… 

Era um sábado comum e um amigo que morava em Fortaleza estava voltando para SP, queria ir almoçar para jogar conversa fora e contar das novidades. Inicialmente pensamos em ir à Liberdade, ao Banri. Mas a fila do Banri fez ele me ligar e me dar uma nova coordenada: Clos de Tapas

Pra quem iria incialmente ao Banri, imaginamos (eu e meu marido) que tratava-se de algo bem sossegado. Chegamos à Vila Nova Conceição (confesso que qdo meu amigo me falou ~Vila Nova Conceição~ eu dei uma suspeitada da presepada, mas né?) e demos de cara com esse restaurante - chique. Mas ok, meu amigo e o boy dele já estavam sentados lá e tal.  

Resolvemos todos pedir o menu degustativo. Eram ao todo uns 6 pratos (pequenos) com a maior influência de cozinha molecular e em todos o garçom recitava uma monografia explicativa do prato. Já no primeiro prato nós começamos a entender que estávamos bem longe do almoço que qualquer um de nós tinha pensado para aquele sábado.

Eu só tirei foto desse defumador que trouxeram junto com um dos pratos (sério.) e da sobremesa, esse jardinzinho fofo e comestível - mas que não era tão delicioso assim. Mas veio também uma coisa com molho azul que era feito de repolho roxo e umas coisas bem esquisitas, porém gostosas.

No final, a conta pra 4 pessoas com café e tomando só água (se bem que acho que os meninos se empolgaram e pediram drinks) deu mais de 700 reais. O amigo que sugeriu o lugar disse que tinha lido que o restaurante era bom e resolveu arriscar, mas não tinha visto a faixa de preço. Fail pra todo mundo. 

Nunca mais voltei e provavelmente nunca mais voltarei, como diz meu marido: “prefiro gastar isso comendo um bifão” mas achei a experiência válida. Acho que se não fosse por acaso, eu nunca teria pisado num restaurante desses (e nem cogitaria pagar esse valor só pra comer). 

Eu amo doces. Mas eu amo muito mais sorvete, vocês não têm noção do quanto eu amo sorvete. 
Quando vi esse post na minha timeline não resisti em compartilhar. Gente, são sorvetes de 30cm de comprimento que são vendidos em um lugar específico de Seul. E tem uns sabores muito legais, tipo chá verde e chocolate com cereja. nham!
Amei!
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Eu amo doces. Mas eu amo muito mais sorvete, vocês não têm noção do quanto eu amo sorvete. 
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Quando vi esse post na minha timeline não resisti em compartilhar. Gente, são sorvetes de 30cm de comprimento que são vendidos em um lugar específico de Seul. E tem uns sabores muito legais, tipo chá verde e chocolate com cereja. nham!
Amei!
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Eu amo doces. Mas eu amo muito mais sorvete, vocês não têm noção do quanto eu amo sorvete. 

Quando vi esse post na minha timeline não resisti em compartilhar. Gente, são sorvetes de 30cm de comprimento que são vendidos em um lugar específico de Seul. E tem uns sabores muito legais, tipo chá verde e chocolate com cereja. nham!

Amei!

São Paulo tem bem mais que 194 maconheiros, não?

Esse é o número de pessoas que doaram pra ajudar na marcha da maconha. Na real? Uma vergonha. Faltando 7 dias pra completar o prazo do crowdfunding, faltam 6 mil reais pro projeto virar de verdade. E só 194 pessoas toparam mexer nos seus bolsos pra cooperar com o projeto. 

Postei o vídeo no Smoke Buddies (um grupo deprê do facebook) e dos 167.212 membros somente 1 deu curtir no post. 

Eu queria muito, mas muito que esse post ajudasse a mobilizar as pessoas que, maconheiras ou não, simpatizam com essa causa.

Se você puder, doe aqui

Mês que vem to indo pra NY, aí pra variar dei uma busca no que vai rolar de show pela cidade. Não vai ter muita coisa “conhecida” mas vai ter um monte de banda “nova”. Uma delas que eu escolhi ver o show é o White Denim. Na real eu nem conheço direito o som dos caras, mas ouvi algumas coisas e simpatizei. Outra banda que também decidi ir ver é o Com Truise. Sempre achei o nome dessa banda, no mínimo espirituoso. 

Prólogo.
Ontem meus amigos me chamaram de xiita, porque eu sou extremamente tradicionalista com o nome das coisas. Estávamos falando desse “brigadeiro de limão” e eu disse que na verdade, brigadeiro só tem um - de chocolate com granulado. O beijinho tem seu nome próprio, o olho de sogra, o camafeu, o cajuzinho - então não existe o porquê de chamar esses novos sabores de docinhos de festa de “brigadeiro”. 
E aí a coisa foi longe porque quando eu entro nesse assunto eu sempre falo do exemplo da caipirinha. Caipirinha só tem uma, o resto é “Drink de Fruta”. Você não faz um dry martini com palmito e chama ele de dry martini, certo? Então, vamos respeitar o nome das coisas. Criem outros nomes! As pessoas foram criativas até hoje, não entendo porque não conseguimos ser e temos que generalizar tudo. Enfim.

Post.

Apesar de eu não gostar de chamar as coisas novas com nomes das outras originais, isso não significa que eu não goste dessas novas versões. Muito pelo contrário, sou louca dos “brigadeiros de (adicione qualquer nuts no nome”)”. E aí o meu marido posta no facebook um link com uma receita de BRIGADEIRO DE CAIPIRINHA. Gente o quão fenomenal é isso? Foda-se que ele chama “brigadeiro” eu só consegui olhar pra essa foto aí de cima e desejar muito ele. 

E ele é ridiculamente fácil de ser feito, e cara, quem fizer me conte o quão delicioso ele fica porque eu não to comendo doce. Aqui tem a receita toda. :(

A Bowery Lane Bicycles é uma oficina que produz bicicletas confeccionadas artesanalmente. Aí você pensou que no cara que “monta bicicletas”, mas não, na Bowery os caras fazem desde o quadro - que por sinal é feito de aço. E esse aço vem de uma siderúrgica que usa energia limpa pra fabricar o metal. Quer dizer, na realidade 30% da energia que eles usam vem de paineis solares. Achei fenomenal.

Cada bike custa US$595 um preço modesto se levar em consideração que teve um cara que fez ela toda no braço.  Mesmo assim, se o preço for salgado, eles têm diversos acessórios bacanas, como por exemplo o guidon a manopla de cortiça.