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$ephora chegou! Lá no $hopping JK!

Essa foto acima foi tirada no exato momento em que as portas da Sephora, no shopping JK, se abriram ontem. 

Para os que não são familiarizados: a Sephora é uma rede multimarcas de cosméticos que tem filiais na Europa, América do Norte e, agora, no Brasil. A “Ikesaki” gringa, se diferencia da versão da Liberdade por basicamente dois motivos: é uma multimarcas que vende produtos desde os “mais acessíveis” até os mais caros e nonsense. O outro motivo é a disposição bonitinha da loja: você pode provar tudo, e escolher com calma. Sem aquele desespero da Ikesaki. E também tem o quesito de que a Ikesaki vende produtos “pra salão” e o foco da Sephora não é bem esse. 

Voltando. 

Ontem fui uma das 450 pessoas que estavam na lista para apreciar o frenesi do momento em que uma loja de maquiagem iria abrir. Ok, ficou bizarra essa descrição. Mas foi exatamente isso. Nunca me senti tão caipira em toda a minha vida. Estar ali, na porta dos desesperados, esperando uma LOJA DE MAQUIAGEM ABRIR. Tudo bem tinha champa de grátis, numa taça de vinho que parecia saída diretamente do Mardi Gras (era toda dourada, cafonérrima). 

O evento parecia a hora do rush na estação Pinheiros da linha amarela do metrô, saca? Tava começando a ficar insuportável quando resolveram abrir a loja (sim, ficamos, eu e mais 449 pessoas, esperando a loja abrir num espaço fechado no corredor do shopping - com champa, mas de fora). Quando abriram, meus amigos, parecia o que eu imagino da mega liquidação das Casas Bahia no final do ano. Negada se atropelando pra entrar na loja. Não deu dez minutos fecharam uma das portas. Aí só entrava quando alguém saía - e isso que era só pra convidados. O povo que passeava pelo shopping olhava do outro lado do corredor com cara de “Perdi, playboy”. 

Avisada por uma pessoa da produção do evento, saí e voltei do cercadinho só pra pegar o brinde que era “bafo”. Uma necessaire CHEIA de produtos (e que eu vou dissecar pra vocês logo mais) da marca Sephora. 

Mas não posso reclamar, a festa foi no mínimo divertida. Eu vi que a Lala Rudge existe mesmo, que a Julia Petit é linda mas tem cara de vilã, e inclusive, falei pra Karina Bacchi que torci muito pra ela na Fazenda. E claro, presenciei a abertura da primeira Sephora no Brasil (tipo ver o índio que viu o primeiro espelho).

Quando entrei na loja fui fazer minha pesquisa gongueitor de campo: ver preços, comparar com o que eu tenho da marca e sei quanto custou na grings, e, mais importante, ver quais marcas eles trouxeram pra filial brasileira.

Amigos, no momento em que comecei a ver os preços, eu só pensei que se a Porto Seguros lançar o Seguro-Maquiagem, eu vou ter que fazer. Eu devo ter uma mini-fortuna em maquiagem e nem sei. Detalhe, eu sei que não gastei uma mini-fortuna no que eu tenho. Mas se eu comprasse tudo o que eu tenho, nessa filial da Sephora, eu ia à falência. Querem ter uma ideia? 

Vou dissecar a ~lembrancinha~ do evento. Esses foram os produtos que vieram na minha necessaire. Lado a lado está a versão no valor em Real e a versão em Dólar:

  

 

 

 

 

 

 

 

* o primer não é o mesmo, esse é o mais similar. O preço de US$15 é para um vidro do mesmo tamanho da versão da lembrancinha

 

 

E mais uma necessaire que não tem pra vender no site brasileiro. Ou seja, a lembrancinha da marca custa na loja: R$598. Se você comprasse tudo isso em uma filial americana, pagaria: US$111. Não vou nem entrar no mérito de que é mais que o quádruplo, porque eu sei que tem transporte, taxas, e mil coisas pra trazer os produtos pra cá. Mas EU ainda acho mais negócio economizar e ir pra NY comprar lá. 

De qualquer maneira, obrigada Sephora, adorei o evento e o presente! 

Prólogo.
Ontem meus amigos me chamaram de xiita, porque eu sou extremamente tradicionalista com o nome das coisas. Estávamos falando desse “brigadeiro de limão” e eu disse que na verdade, brigadeiro só tem um - de chocolate com granulado. O beijinho tem seu nome próprio, o olho de sogra, o camafeu, o cajuzinho - então não existe o porquê de chamar esses novos sabores de docinhos de festa de “brigadeiro”. 
E aí a coisa foi longe porque quando eu entro nesse assunto eu sempre falo do exemplo da caipirinha. Caipirinha só tem uma, o resto é “Drink de Fruta”. Você não faz um dry martini com palmito e chama ele de dry martini, certo? Então, vamos respeitar o nome das coisas. Criem outros nomes! As pessoas foram criativas até hoje, não entendo porque não conseguimos ser e temos que generalizar tudo. Enfim.

Post.

Apesar de eu não gostar de chamar as coisas novas com nomes das outras originais, isso não significa que eu não goste dessas novas versões. Muito pelo contrário, sou louca dos “brigadeiros de (adicione qualquer nuts no nome”)”. E aí o meu marido posta no facebook um link com uma receita de BRIGADEIRO DE CAIPIRINHA. Gente o quão fenomenal é isso? Foda-se que ele chama “brigadeiro” eu só consegui olhar pra essa foto aí de cima e desejar muito ele. 

E ele é ridiculamente fácil de ser feito, e cara, quem fizer me conte o quão delicioso ele fica porque eu não to comendo doce. Aqui tem a receita toda. :(

Há 20 anos, Paulo Maluf e Duda Mendonça faziam uma campanha que foi um sucesso, e que tornou o “rouba, mas faz” prefeito da cidade. Como disse meu amigo Thiago Frias, é uma aula de manipulação. 

Um jeito diferente,

de incentivar e mostrar um esporte que, pelo menos pra mim, é pouco conhecido. Esses dias tava vendo o Off (gente, to viciada nesse canal) e aí tava passando esse documentário de um evento que rolou ano passado na Áustria. Chamava Adidas Rock StarsTratava-se de uma galera da Europa e EUA que iria competir boulder indoor ao som de uma banda de rock alemã chamada Orange But Green. 

A banda não era lá aquelas coisas, mas o que me chamou atenção é que eu nunca tinha ouvido falar desse boulder. É uma categoria de escalada que normalmente rola em rochas ou em vias artificiais, tipo esse paredão do vídeo e não ultrapassa 6m de altura. E aí a galera dos dedos fortes tem que se matar e subir issoaê. Eu só penso na dor que deve dar no panceps, por isso nenhum deles têm né? 

Eu nunca escalei, mas eu imagino que deve doer até a alma. Enfim, achei uma iniciativa bacana de uma marca, colocar um esporte não tão hypado no os holofotes e de um jeito inusitado. Podiam fazer mais isso por aqui, né?

No carnaval eu tinha postado um vídeo do Tom & Jerry que rola “Mamãe Eu Quero” e aí ontem lendo num livro, o autor comenta sobre se lembrar de um episódio em que o Popeye e o Brutos vem para o Brasil. É esse episódio aí de cima, e vale super a pena ver, porque tem a Olivia dançando o “samba”. 

Esse episódio do Popeye faz parte da leva de desenhos e filmes que acompanharam a “Good Neighbour Policy”  que previa um esforço entre os EUA em manter o apoio dos países da América Latina. Foi na mesma época que o Disney veio pros nossos lados conhecer nossa cultura para criar personagens - como o Zé Carioca. Tem até documentário sobre essa viagem do Disney e parece ser bem legal - alguém já assistiu? - ele chama Walt & El Grupo

Update, o Disney se “empenhou” tanto nessa política que fez também esse episódio do Pato Donald que vale a pena ver. link

Quando se fala em Disco Music,
muita gente torce o nariz. YMCA, Bee Gees e John Travolta são as primeiras coisas que vem à cabeça, normalmente. Mas pouca gente sabe que a Disco influenciou o pop como nenhum outro estilo.  Quem curte ler sobre estilos musicais, cultura urbana e como isso tudo influenciou a maneira que vivemos hoje; vai curtir estes dois livros. 
O primeiro é o Hot Stuff: A Remaking of The American Culture e o segundo é a biografia de Nile Rodgers Le Freak. Acredito que existam outros livros tão bons ou melhores quanto estes no quesito “disco” mas esses são os dois que eu li sobre o assunto e recomendo. 
O Hot Stuff conta a história, o surgimento da disco e o quanto o gênero é atrelado ao soul, funk da época. A autora, Alice Echols vai descrevendo passagens e acontecimentos que ajudaram a forjar uma das épocas mais dançantes. Porém, ela não cita a quantidade de artistas que eu gostaria que ela citasse. 
Já a biografia do Nile Rodgers, foi escrita por ele mesmo. Para quem não sabe, ele é o front man da banda Chic e foi pai de diversos hits de outros artistas tais como: China Girl  e Let´s Dance do Bowie, Like a Virgin da Madonna, Rappers Delight do Sugar Hill Gang, Maneater do Daryl Hall e John Oates, e mais umas 700 coisas que dá pra ver pelo discogs dele. 
Ou seja se existe uma conexão entre o pop da época e a disco, Nile Rodgers com certeza teve a ver com isso. 
Zoom Info
Quando se fala em Disco Music,
muita gente torce o nariz. YMCA, Bee Gees e John Travolta são as primeiras coisas que vem à cabeça, normalmente. Mas pouca gente sabe que a Disco influenciou o pop como nenhum outro estilo.  Quem curte ler sobre estilos musicais, cultura urbana e como isso tudo influenciou a maneira que vivemos hoje; vai curtir estes dois livros. 
O primeiro é o Hot Stuff: A Remaking of The American Culture e o segundo é a biografia de Nile Rodgers Le Freak. Acredito que existam outros livros tão bons ou melhores quanto estes no quesito “disco” mas esses são os dois que eu li sobre o assunto e recomendo. 
O Hot Stuff conta a história, o surgimento da disco e o quanto o gênero é atrelado ao soul, funk da época. A autora, Alice Echols vai descrevendo passagens e acontecimentos que ajudaram a forjar uma das épocas mais dançantes. Porém, ela não cita a quantidade de artistas que eu gostaria que ela citasse. 
Já a biografia do Nile Rodgers, foi escrita por ele mesmo. Para quem não sabe, ele é o front man da banda Chic e foi pai de diversos hits de outros artistas tais como: China Girl  e Let´s Dance do Bowie, Like a Virgin da Madonna, Rappers Delight do Sugar Hill Gang, Maneater do Daryl Hall e John Oates, e mais umas 700 coisas que dá pra ver pelo discogs dele. 
Ou seja se existe uma conexão entre o pop da época e a disco, Nile Rodgers com certeza teve a ver com isso. 
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Quando se fala em Disco Music,

muita gente torce o nariz. YMCA, Bee Gees e John Travolta são as primeiras coisas que vem à cabeça, normalmente. Mas pouca gente sabe que a Disco influenciou o pop como nenhum outro estilo.  Quem curte ler sobre estilos musicais, cultura urbana e como isso tudo influenciou a maneira que vivemos hoje; vai curtir estes dois livros. 

O primeiro é o Hot Stuff: A Remaking of The American Culture e o segundo é a biografia de Nile Rodgers Le Freak. Acredito que existam outros livros tão bons ou melhores quanto estes no quesito “disco” mas esses são os dois que eu li sobre o assunto e recomendo. 

O Hot Stuff conta a história, o surgimento da disco e o quanto o gênero é atrelado ao soul, funk da época. A autora, Alice Echols vai descrevendo passagens e acontecimentos que ajudaram a forjar uma das épocas mais dançantes. Porém, ela não cita a quantidade de artistas que eu gostaria que ela citasse. 

Já a biografia do Nile Rodgers, foi escrita por ele mesmo. Para quem não sabe, ele é o front man da banda Chic e foi pai de diversos hits de outros artistas tais como: China Girl  e Let´s Dance do Bowie, Like a Virgin da Madonna, Rappers Delight do Sugar Hill Gang, Maneater do Daryl Hall e John Oates, e mais umas 700 coisas que dá pra ver pelo discogs dele

Ou seja se existe uma conexão entre o pop da época e a disco, Nile Rodgers com certeza teve a ver com isso. 

Boogie Wonderland

Mais uma música hoje, dessa vez pra embalar essa tarde linda e ensolarada. Essa músicado Earth Wind and Fire faz parte da trilha sonora de um filme de 1979, chamado Roller Boogie, esse vídeo é na realidade, um trecho do filme.

E se você quer ver a vibe do filme, aqui tem o trailer. Dá a maior vontade de baixar o torrent, diz aí?

Com patrocínio da Embaixada Espanhola no Brasil e apoio da Montana (uma marca de tintas espanhola que é de chorar), o coletivo Boa Mistura levou cores e ilusão de ótica na favela Vila Brasilândia, ali na Zona Oeste de São Paulo. O projeto, chamado Luz Nas Vielas focou becos e vielas e além de tudo contou com ajuda de moradores e crianças da comunidade. Vale a pena ver todas as fotos, aqui.
Zoom Info
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Com patrocínio da Embaixada Espanhola no Brasil e apoio da Montana (uma marca de tintas espanhola que é de chorar), o coletivo Boa Mistura levou cores e ilusão de ótica na favela Vila Brasilândia, ali na Zona Oeste de São Paulo. O projeto, chamado Luz Nas Vielas focou becos e vielas e além de tudo contou com ajuda de moradores e crianças da comunidade. Vale a pena ver todas as fotos, aqui.