Kite Goes Tron


Eu sempre falo de kitesurf aqui porque é um esporte que começou a fazer parte da minha vida há menos de um ano, mas que causou uma mega mudança em mim. Sabe aquelas pessoas que falam “encontrei Jesus”? É tipo isso, mas sem a parte de Jesus.

Essa semana algo histórico aconteceu, o kitesurf pela primeira vez entrou para as Olímpiadas, são anos que as federações de esportes à vela tentavam isso pelo mundo todo. Ou seja, em 2016 - sim, no Rio - teremos o prazer de ver uma competição olímpica desse esporte que é incrível. Sem contar que temos grande chance de ter medalha de ouro brasileira, pois a campeã mundial atual é lá de Ilha Bela. 

Bom, mas esse vídeo não é sobre as Olimpíadas, é um teaser de um filme que está pra ser lançado. O filme, Hidden Lines é um experimento em que foram colocados neon nas wetsuits e nas pranchas. Os caras fazem kite no escuro e o visual ficou completamente Tron, simplesmente lindo de ver. Assistam. 

Prólogo.
Ontem meus amigos me chamaram de xiita, porque eu sou extremamente tradicionalista com o nome das coisas. Estávamos falando desse “brigadeiro de limão” e eu disse que na verdade, brigadeiro só tem um - de chocolate com granulado. O beijinho tem seu nome próprio, o olho de sogra, o camafeu, o cajuzinho - então não existe o porquê de chamar esses novos sabores de docinhos de festa de “brigadeiro”. 
E aí a coisa foi longe porque quando eu entro nesse assunto eu sempre falo do exemplo da caipirinha. Caipirinha só tem uma, o resto é “Drink de Fruta”. Você não faz um dry martini com palmito e chama ele de dry martini, certo? Então, vamos respeitar o nome das coisas. Criem outros nomes! As pessoas foram criativas até hoje, não entendo porque não conseguimos ser e temos que generalizar tudo. Enfim.

Post.

Apesar de eu não gostar de chamar as coisas novas com nomes das outras originais, isso não significa que eu não goste dessas novas versões. Muito pelo contrário, sou louca dos “brigadeiros de (adicione qualquer nuts no nome”)”. E aí o meu marido posta no facebook um link com uma receita de BRIGADEIRO DE CAIPIRINHA. Gente o quão fenomenal é isso? Foda-se que ele chama “brigadeiro” eu só consegui olhar pra essa foto aí de cima e desejar muito ele. 

E ele é ridiculamente fácil de ser feito, e cara, quem fizer me conte o quão delicioso ele fica porque eu não to comendo doce. Aqui tem a receita toda. :(

A Bowery Lane Bicycles é uma oficina que produz bicicletas confeccionadas artesanalmente. Aí você pensou que no cara que “monta bicicletas”, mas não, na Bowery os caras fazem desde o quadro - que por sinal é feito de aço. E esse aço vem de uma siderúrgica que usa energia limpa pra fabricar o metal. Quer dizer, na realidade 30% da energia que eles usam vem de paineis solares. Achei fenomenal.

Cada bike custa US$595 um preço modesto se levar em consideração que teve um cara que fez ela toda no braço.  Mesmo assim, se o preço for salgado, eles têm diversos acessórios bacanas, como por exemplo o guidon a manopla de cortiça.  

Um jeito diferente,

de incentivar e mostrar um esporte que, pelo menos pra mim, é pouco conhecido. Esses dias tava vendo o Off (gente, to viciada nesse canal) e aí tava passando esse documentário de um evento que rolou ano passado na Áustria. Chamava Adidas Rock StarsTratava-se de uma galera da Europa e EUA que iria competir boulder indoor ao som de uma banda de rock alemã chamada Orange But Green. 

A banda não era lá aquelas coisas, mas o que me chamou atenção é que eu nunca tinha ouvido falar desse boulder. É uma categoria de escalada que normalmente rola em rochas ou em vias artificiais, tipo esse paredão do vídeo e não ultrapassa 6m de altura. E aí a galera dos dedos fortes tem que se matar e subir issoaê. Eu só penso na dor que deve dar no panceps, por isso nenhum deles têm né? 

Eu nunca escalei, mas eu imagino que deve doer até a alma. Enfim, achei uma iniciativa bacana de uma marca, colocar um esporte não tão hypado no os holofotes e de um jeito inusitado. Podiam fazer mais isso por aqui, né?

Quando se fala em Disco Music,
muita gente torce o nariz. YMCA, Bee Gees e John Travolta são as primeiras coisas que vem à cabeça, normalmente. Mas pouca gente sabe que a Disco influenciou o pop como nenhum outro estilo.  Quem curte ler sobre estilos musicais, cultura urbana e como isso tudo influenciou a maneira que vivemos hoje; vai curtir estes dois livros. 
O primeiro é o Hot Stuff: A Remaking of The American Culture e o segundo é a biografia de Nile Rodgers Le Freak. Acredito que existam outros livros tão bons ou melhores quanto estes no quesito “disco” mas esses são os dois que eu li sobre o assunto e recomendo. 
O Hot Stuff conta a história, o surgimento da disco e o quanto o gênero é atrelado ao soul, funk da época. A autora, Alice Echols vai descrevendo passagens e acontecimentos que ajudaram a forjar uma das épocas mais dançantes. Porém, ela não cita a quantidade de artistas que eu gostaria que ela citasse. 
Já a biografia do Nile Rodgers, foi escrita por ele mesmo. Para quem não sabe, ele é o front man da banda Chic e foi pai de diversos hits de outros artistas tais como: China Girl  e Let´s Dance do Bowie, Like a Virgin da Madonna, Rappers Delight do Sugar Hill Gang, Maneater do Daryl Hall e John Oates, e mais umas 700 coisas que dá pra ver pelo discogs dele. 
Ou seja se existe uma conexão entre o pop da época e a disco, Nile Rodgers com certeza teve a ver com isso. 
Zoom Info
Quando se fala em Disco Music,
muita gente torce o nariz. YMCA, Bee Gees e John Travolta são as primeiras coisas que vem à cabeça, normalmente. Mas pouca gente sabe que a Disco influenciou o pop como nenhum outro estilo.  Quem curte ler sobre estilos musicais, cultura urbana e como isso tudo influenciou a maneira que vivemos hoje; vai curtir estes dois livros. 
O primeiro é o Hot Stuff: A Remaking of The American Culture e o segundo é a biografia de Nile Rodgers Le Freak. Acredito que existam outros livros tão bons ou melhores quanto estes no quesito “disco” mas esses são os dois que eu li sobre o assunto e recomendo. 
O Hot Stuff conta a história, o surgimento da disco e o quanto o gênero é atrelado ao soul, funk da época. A autora, Alice Echols vai descrevendo passagens e acontecimentos que ajudaram a forjar uma das épocas mais dançantes. Porém, ela não cita a quantidade de artistas que eu gostaria que ela citasse. 
Já a biografia do Nile Rodgers, foi escrita por ele mesmo. Para quem não sabe, ele é o front man da banda Chic e foi pai de diversos hits de outros artistas tais como: China Girl  e Let´s Dance do Bowie, Like a Virgin da Madonna, Rappers Delight do Sugar Hill Gang, Maneater do Daryl Hall e John Oates, e mais umas 700 coisas que dá pra ver pelo discogs dele. 
Ou seja se existe uma conexão entre o pop da época e a disco, Nile Rodgers com certeza teve a ver com isso. 
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Quando se fala em Disco Music,

muita gente torce o nariz. YMCA, Bee Gees e John Travolta são as primeiras coisas que vem à cabeça, normalmente. Mas pouca gente sabe que a Disco influenciou o pop como nenhum outro estilo.  Quem curte ler sobre estilos musicais, cultura urbana e como isso tudo influenciou a maneira que vivemos hoje; vai curtir estes dois livros. 

O primeiro é o Hot Stuff: A Remaking of The American Culture e o segundo é a biografia de Nile Rodgers Le Freak. Acredito que existam outros livros tão bons ou melhores quanto estes no quesito “disco” mas esses são os dois que eu li sobre o assunto e recomendo. 

O Hot Stuff conta a história, o surgimento da disco e o quanto o gênero é atrelado ao soul, funk da época. A autora, Alice Echols vai descrevendo passagens e acontecimentos que ajudaram a forjar uma das épocas mais dançantes. Porém, ela não cita a quantidade de artistas que eu gostaria que ela citasse. 

Já a biografia do Nile Rodgers, foi escrita por ele mesmo. Para quem não sabe, ele é o front man da banda Chic e foi pai de diversos hits de outros artistas tais como: China Girl  e Let´s Dance do Bowie, Like a Virgin da Madonna, Rappers Delight do Sugar Hill Gang, Maneater do Daryl Hall e John Oates, e mais umas 700 coisas que dá pra ver pelo discogs dele

Ou seja se existe uma conexão entre o pop da época e a disco, Nile Rodgers com certeza teve a ver com isso. 

Com patrocínio da Embaixada Espanhola no Brasil e apoio da Montana (uma marca de tintas espanhola que é de chorar), o coletivo Boa Mistura levou cores e ilusão de ótica na favela Vila Brasilândia, ali na Zona Oeste de São Paulo. O projeto, chamado Luz Nas Vielas focou becos e vielas e além de tudo contou com ajuda de moradores e crianças da comunidade. Vale a pena ver todas as fotos, aqui.
Zoom Info
Com patrocínio da Embaixada Espanhola no Brasil e apoio da Montana (uma marca de tintas espanhola que é de chorar), o coletivo Boa Mistura levou cores e ilusão de ótica na favela Vila Brasilândia, ali na Zona Oeste de São Paulo. O projeto, chamado Luz Nas Vielas focou becos e vielas e além de tudo contou com ajuda de moradores e crianças da comunidade. Vale a pena ver todas as fotos, aqui.
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Com patrocínio da Embaixada Espanhola no Brasil e apoio da Montana (uma marca de tintas espanhola que é de chorar), o coletivo Boa Mistura levou cores e ilusão de ótica na favela Vila Brasilândia, ali na Zona Oeste de São Paulo. O projeto, chamado Luz Nas Vielas focou becos e vielas e além de tudo contou com ajuda de moradores e crianças da comunidade. Vale a pena ver todas as fotos, aqui.
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Com patrocínio da Embaixada Espanhola no Brasil e apoio da Montana (uma marca de tintas espanhola que é de chorar), o coletivo Boa Mistura levou cores e ilusão de ótica na favela Vila Brasilândia, ali na Zona Oeste de São Paulo. O projeto, chamado Luz Nas Vielas focou becos e vielas e além de tudo contou com ajuda de moradores e crianças da comunidade. Vale a pena ver todas as fotos, aqui.
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Com patrocínio da Embaixada Espanhola no Brasil e apoio da Montana (uma marca de tintas espanhola que é de chorar), o coletivo Boa Mistura levou cores e ilusão de ótica na favela Vila Brasilândia, ali na Zona Oeste de São Paulo. O projeto, chamado Luz Nas Vielas focou becos e vielas e além de tudo contou com ajuda de moradores e crianças da comunidade. Vale a pena ver todas as fotos, aqui.

Hoje pela manhã, a Carola, compartilhou na nossa lista do Facebook esse vídeo que eu achei sensacional. É uma receita de costelinha de porco com mel e cachaça. Sério, dá vontade de ir comprar as coisas agora e se jogar na cozinha, dá uma olhada.